Aventurista – O que faz a diferença?

Essa semana, em uma conversa com minha noiva, ela me contou que levou uma amiga para uma cachoeira. Não “ir até a cachoeira”, ela realmente levou a amiga que não sabia nadar até a queda d’agua.

Quando ela comentou isso, me lembrei de uma história e um sentimento de alegria me veio no peito.

Uma vez estava guiando um grupo ao PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) e, um dos meus clientes me informou que não sabia nadar e que um nunca havia tomado banho de cachoeira, só no pocinho.

Aquelas palavras não caíram no ouvido de um surdo, como diria minha mãe.

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Fizemos o passeio normalmente e, quando chegamos no setor de cachoeiras, me ofereci para leva-lo até debaixo da queda. Expliquei como seria o procedimento e que, se ele quisesse, rebocaria ele até a cachoeira.

Ele aceitou e se deliciou com aquela queda, que, pra mim, que vou quase todo final de semana pra algum lugar e já vi muitas cachoeiras, era algo simples, sem muito valor.

Mas aquele sorriso, aqueles olhos marejados e aquele obrigado me arrepiam até hoje.

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